Capítulo 04 – O ombro de Athos, o boldrié de Porthos e o lenço de Aramis. “------ Decididamente, não vejo como escapar, mas, pelo menos, se eu morrer, será pelas mãos de um mosqueteiro.” (Palavra final de D’Artagnan sobre os acontecimentos deste capítulo; página 68 – Os três mosqueteiros). D’Artagnan avistou seu arqui-inimigo da janela de Tréville e saiu como um foguete em busca de vingança, descendo as escadarias do palácio. Porém, como estava esbaforido, esbarrou no ombro machucado do mosqueteiro Athos, que não deixou barato: “(...) ------- Senhor apressadinho, o senhor me encontrará sem correrias, compreende? --------- E onde isso, por favor? --------- Perto dos Carmelitas Descalços. --------- A que horas? --------- Por volta do meio-dia. ----------Por volta do meio-dia, está bem, lá estarei. (...) ” (Trecho do diálogo entre Athos e D’Artagnan; página 62 – Os três mosqueteiros) Ainda com muita pressa, pois não podia perder o tal fidalgo qu...